Em homenagem a todos — nomeados ou anônimos — que, com coragem e sensibilidade, escrevem sobre a tragédia de Cabo Delgado, transformando a dor em resistência e a palavra em trincheira contra o silêncio
Por Tiago J.B. Paqueliua Neste Moçambique onde a verdade corre risco de censura, e a dor é diariamente reciclada em silêncio, ainda há quem escreva. Escreve com indignação, com ética, com esperança ferida — sobre Cabo Delgado, terra que sangra e grita. Esta é uma homenagem àqueles que escrevem não para agradar, mas para despertar.
