A decisão de levantar a suspensão foi tomada a 6 de Abril de 2026, por despacho do Ministro dos Transportes e Logística, tendo sido posteriormente tornada pública a 17 de Abril, através de um comunicado oficial do Ministério. Com esta decisão, é dada luz verde a quatro questionáveis contratos, no valor de mais de 4 milhões de dólares, para serviços de consultoria.
No documento, o Ministério justifica a decisão com base nas conclusões de uma Comissão de Inquérito, criada especificamente para analisar os processos. Segundo o comunicado, “as irregularidades identificadas são sanáveis e não afectam a transparência, a competitividade nem a legalidade dos procedimentos”, acrescentando ainda que não foram igualmente identificados “indícios de corrupção”.

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