Por Abudo Gafuro
As maiores reservas de gás de África encontram-se na região de Cabo Delgado, em Moçambique.
No entanto, apesar dos abundantes recursos naturais da região, esta ainda sofre de desigualdades sociais. A exploração dos recursos naturais em Cabo Delgado trouxe benefícios económicos para as multinacionais e os seus parceiros, enquanto os residentes locais muitas vezes não se apercebem desses benefícios.
Por várias razões que levam os cidadãos a não percepção do fenômeno de exploração uma das questões permordias é educação e formação técnica profissional para a seleção dos cidadãos residentes no norte que até chegam a reclamar/ revendicar oportunidade de emprego similares aos outros cidadãos que tiveram a sorte de ter formação técnica profissional e acesso a educação.
A desigualdade social em Cabo Delgado é agravada pela falta de infraestruturas básicas, pelo acesso limitado a serviços de saúde e educação de qualidade e pelos elevados níveis de pobreza e desemprego. Os residentes enfrentam deslocações forçadas, violações dos direitos humanos e conflitos armados, agravando ainda mais a situação.
É essencial que sejam implementadas políticas e medidas para garantir que os benefícios da exploração dos recursos naturais são distribuídos de forma equitativa e que as comunidades locais possam beneficiar destes recursos. As desigualdades sociais em Cabo Delgado não podem ser ignoradas e é essencial que sejam tomadas ações para garantir um desenvolvimento mais inclusivo e equitativo para todos os residentes da região.
Cabo delgado nos últimos tempos, tem sido castigado pelos fenómenos naturais (Ciclones tropicais) às ações humanas desde de 2017 até os dias de hoje não se consegue encontrar uma forma de diálogo para poder devolver a esperança e dignidade dos cidadãos indefesos que até são forçados a se deslocar dentro da sua própria terra por questões de insegurança que tem provocado outra insegurança (Alimentar, de assistência de serviços de saúde..!!!) é preciso que haja coragem para enfrentar os desafios actuais que os tempos nos remetem a construção de países independentes que está independência política falta complementar com independência de Educação. Educação sem interferências externas e agendas que cada quinquênio tem que se trocar de programa de educação e formação técnica profissional e é importante que todas às crianças, adolescentes e jovens tenham os seus direitos fundamentais e Direitos humanos sejam garantidos pelo estado e a comunidade internacional. E que se saiba identificar os tipos de violências que podem ocorrer em tempos de incertezas nas comunas e escolas que se sentem forçados a encerrar devido ao perigo de ataques iminentes do grupo não estatal.
É preciso que haja um ambiente de garantia de proteção, segurança, e relações públicas e humanas entre FDS e a sociedade.
