Por Estacio Valoi
Um agente de segurança das Bombas de combustíveis CAMEL na cidade de Pemba agrediu fisicamente um jornalista que estava a reportar sobre crise de combustíveis em Pemba
“Estava a captar imagens da multidão que estava Nas Bombas a procura de Gasolina que esta a escassear na cidade quando alguns clientes começaram a proibir a captação de imagens do cenário.
Para ultrapassar a situação, Apresentei Minha identificação e expliquei os motivos da Minha presença no local, mas nada disso convenceu as pessoas, que impediram-me de trabalhar, contou Hizidine Achá, Jornalista da STV.
Com a confusão instalada no local, um dos homens que se apresentou como responsável Pela segurança das Bombas de combustíveis CAMEL, pediu ao jornalista que conversassem a parte, mas no Lugar de apaziguar a situação, partiu para a violência.
” Um responsável Pela segurança das Bombas de combustíveis ordenou que entrasse no gabinete dos gestores do local, e quando recusei, o homem pegou-me da gola da camisa e empurrou-me para dentro onde começou a me interrogar.
Como já tivesse me violentado, acabei NAO respondendo as perguntas.
Pouco depois apareceram dois homens que SE identificaram como donos das Bombas CAMEL que ordenaram para que não captasse imagens do local, e tal como entrei, voltaram a tirar a Forca.
Alem da CAMEL, o jornalista também foi proibido de filmar numa outra Bomba de combustível por um funcionário que colocou a mão em frente a camera para que não fosse captada imagens, alegadamente por ordens dos proprietários.
A violência contra o jornalista Hizidine Achá foi testemunhada por Cinco agentes da Policia da Republica de Moçambique, que assistiram Toda confusão sentados ao lado do escritório das Bombas de combustível CAMEL.
O Sindicato Nacional de Jornalistas em Cabo Delgado ainda não se pronunciou sobre o Caso.
Importa referir que em Cabo Delgado, mesmo nas ruas, a população proíbe a captação de imagens, perante olhar impávido das autoridades do Estado

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