Por Quinton Nicuete
O presidente do partido PODEMOS, Albino Forquilha, afirmou este sábado (27) em Nampula que continua sem usufruir das regalias legalmente atribuídas ao líder da oposição em Moçambique. O político passou a assumir esse estatuto após o seu partido conquistar a segunda posição nas eleições gerais de outubro, mas considera que o Governo está a demorar injustificadamente na implementação dos benefícios previstos.
“Forquilha entende que, neste momento, já deveria estar a beneficiar das condições estabelecidas pela legislação moçambicana, uma vez que o reconhecimento oficial como líder da oposição não pode ser apenas simbólico”, declarou à margem da eleição dos órgãos provinciais do PODEMOS.
O dirigente político sublinhou que as regalias não constituem um privilégio pessoal, mas um mecanismo essencial para o exercício pleno das suas funções, nomeadamente no acompanhamento da governação e na fiscalização do poder executivo.
Ao mesmo tempo, Forquilha apelou a maior celeridade e transparência por parte das autoridades estatais, de forma a garantir que o novo quadro político resultante das eleições seja respeitado e consolidado.
O líder do PODEMOS reiterou ainda o compromisso do partido em continuar a defender os interesses dos cidadãos, assegurando que a sua voz e a da oposição organizada terão sempre espaço no debate democrático nacional. (Moz24h)
