A implementação da governação descentralizada provincial, na sequência da revisão constitucional de 2018, constituiu uma das mais importantes reformas da administração pública moçambicana. Contudo, o primeiro ciclo de funcionamento do modelo (2020–2024) evidenciou diversos constrangimentos, sobretudo ao nível da repartição de competências, da coordenação institucional e do funcionamento dos órgãos executivos provinciais e os de representação de Estado na Província.

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