A CPLP NASCEU PARA SER MATADOURO DA DEMOCRACIA E GALARDOADOR DA AUTOCRACIA PRESIDENCIAL LUSÓFONA
Por Tiago J.B. Paqueliua Resumo Este ensaio propõe uma leitura crítica da CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa — à luz dos seus quase trinta anos de existência, argumentando que a organização, tal como se constitui e opera, converteu-se num espaço de legitimação das autocracias presidenciais no seio dos Estados lusófonos, particularmente
