Sociedade

NA PROVÍNCIA DE MAPUTO

 

Quinze dias depois do assassinato bárbaro de Moisés Mandlate, um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), afecto ao Grupo de Operações Especiais (GOE), da Unidade de Intervenção Rápida, o Estado moçambicano está num silêncio sepulcral, o que adensa as suspeitas de se estar em presença de um caso de queima de arquivo, tendo em conta o trabalho, algumas vezes sujo, que este grupo de especialidade da PRM executa a pedido de gente poderosa e com influência no Estado. São elementos do GOE, na pele de esquadrões da morte, que assassinaram o activista social Anastácio Matavele1 e outras vozes incómodas ao regime.

 

https://cddmoz.org/wp-content/uploads/2020/07/Silencio-do-Estado-sobre-o-assassinato-do-chefe-do-Estado-Maior-do-GOE-aumenta-suspeitas-de-queima-de-arquivo-para-proteger-interesses-de-gente-poderosa.pdf

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