No domingo, 19 de Outubro, completou-se um ano desde o assassinato de Elvino Dias, advogado e assessor do ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane, e de Paulo Guambe, mandatário do partido Povo Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS), ocorrido após as eleições de 9 de Outubro de 2024. Um ano depois, ainda não há justiça para as vítimas nem para as suas famílias.
O Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD) submeteu, em 8 de Janeiro de 2025, uma denúncia à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Roque Xavier, Chefe do Departamento de Operações Penitenciárias (DOP) da Cadeia Civil de Maputo, e contra os reclusos Julião Ruben Munguambe e Edson Cassiano Lacerda Sílica por fortes indícios de envolvimento no homicídio de Dias e Guambe.
O Director Executivo do CDD, Prof. Adriano Nuvunga, foi ouvido pelo SERNIC, em 17 de Julho de 2025, na qualidade de denunciante e assistente no processo. No entanto, até ao momento, não há quaisquer avanços significativos.

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