Num momento em que Moçambique procura caminhos para a estabilidade e reconciliação, este artigo propõe uma reflexão crítica sobre os limites do diálogo nacional em curso e a necessidade urgente de avançar para um quadro estruturado de justiça de transição. Partindo de uma leitura ancorada na realidade moçambicana e nas abordagens africanas, o texto defende que a paz sustentável exige mais do que conversas: requer verdade, responsabilização, reparação e transformação institucional.

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