Vera Daves de Sousa escolheu subir na hierarquia do Estado os dois dirigentes da AGT visados na investigação da Kianda. Nomeou Bráulio Assis, que presidiu ao concurso manipulado pela empresa, para o seu gabinete, dias depois de José Leiria, ex-presidente da AGT, se ter tornado secretário de Estado. As perguntas sobre os negócios de ambos continuam sem resposta — e agora também é a ministra que deve prestar contas.
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