Estacio Valoi e Luis Nhachote
Hayiu mining em Vilankulo continua sem operar depois de uma suspensão por irregularidades e multada a pagar sete milhões de meticais!
Segundo trabalhadores da empresa a suspensão resultou de uma inspeção feita pelas autoridades moçambicanas o que culminou com a referida paralização das actividades! Contudo, não se sabe ainda se a empresa que na altura das investigações levadas a cabo pelo CJIM, de entre outros atropelos, não era portadora da licença ambiental, ja regularizou todas as violações em curto tempo!
“Estamos a trabalhar so na oficina. La na exploração, não estão . So’ vão fazer numero. ”
Foi mais de um ano de investigação feitas pelo CJIM que culminou com uma publicação em série de tres artigos em torno do retalhamento da costa de Vilankulo envolvendo a mineradora Hayui Mining não era um caso isolado. É a expressão local de um modelo económico mais amplo — repetido ao longo de décadas em diferentes regiões de Moçambique — assente na concessão de recursos naturais a investidores externos, com promessa de desenvolvimento rápido e transformação estrutural do território que termina sem beneficio, e quem detém o controle são as multinacionais com os sempre 75%! Casa entregue, vendida a preço de banana em beneficio de poucos!
A empresa-mãe poderia ser a Great Wall Mining Development Co (AGWMDC), uma empresa mineira chinesa que extrai areias pesadas (ilmenita, rutilo e zircão). https://www.cipmoz.org/wp-content/uploads/2024/04/Extractivism-which-destroys.pdf
De nossas fontes dentro da empresa, trabalhadores, e reconfirmado pelo CJIM no terreno durante este mes de Setembro pela nossa reportagem os trabalhadores apenas iam a empresa furar a ficha de presenças.
Sábado, 12 de setembro, a partir das 15h, passámos pela estrada area de concessão onde a empresa opera, vimos pessoas-trabalhadores a ‘ preguica’ caminhar pela estrada com os seus fatos de trabalho, capacetes com sigla HYM que guardava suas cabeças a regressar aparentemente do trabalho, ‘ assinar o livro de ponto’!
Por um camião turbinaste, estampado HYM passamos enquanto transportava cerca de 24 trabalhadores, todos vestidos com uniformes da casa, deslocavam-se na direção oposta à mina, a’ Belane. Mais uma vez, parecia que estavam a regressar do trabalho, o que sugere que as operações apesar de suspensas o teatro operacional continua. Mas segundo ‘ novo olhar, conversa, relatos no terreno onde o Moz24h, (CJIM), do constatado, tratava-se apenas de uma manobra para desinformar, fazendo com que a empresa , multada e forcada a interromper as suas actividades que vem devastando a costa de Inhambane rumo a província de Gaza, fosse mais um passeio , onde multinacionais a prazo de 20,
40 anos são detentoras do poder! (Moz24h)
Mas segundo trabalhadores da HYM, as actividades foram suspensas durante pouco mais de um mes.
“ Desde que vieram mandar parar todos trabalhos de exploração ainda esta assim mesmo.
Todos mineiros não fazem nada, so vem cumprir com o horário de trabalho desde do mês passado de Agosto. Dizem que são os da inspeção, eles é que mandaram parar, e ouvimos que forum multados um valor de 7.000.0000mt, não sei bem mas ouvi assim.” Disseram trabalhadores
https://moz24h.co.mz/o-ecossistema-em-risco-manual-para-retalhar-uma-costa-2/
https://cjimoz.org.mz/news/manual-para-retalhar-uma-costa/
https://cjimoz.org.mz/news/o-modelo-por-tras-da-extracao/
Contudo, os trabalhadores referem a suspensão após uma inspecção.sem poderem identificar qual! Questionamos: A HYM ja regularizou a licença ambiental que não teve ate mes passado? A devastação da costa! Quem legalizou, podem enviar-nos toada a informação que solicitamos ja no ano transacto ,meses do ano corrente!? Aguardamos resposta! (Moz24h)

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