Por: Edmar José Resta
A distribuição da rede mosquiteira em Moçambique é vista por muitas mães latentes como sendo um obstáculo na prevenção da malária.
Segundo as estratégias de prevenção e combate à malária que o ministério adoptou cada mulher grávida tem o direito de receber uma rede mosquiteira na primeira consulta para se prevenir da malária tendo em conta com o estado em que se encontra.
Essa medida é vista por muitas mulheres grávidas como sendo uma medida falsa e que contribui de certa forma para o incremento da taxa de prevalência de casos positivos que na sua maioria se dão por falta de meios eficazes para a prevenção desta doença.
Actualmente, o governo diz ter optado por novas medidas que estão focadas no registo e preenchimento de fichas que explicam quem e quando foi dado a rede mosquiteira. Essa medida justifica a falta de redes mosquiteiras em algumas mulheres grávidas que muitas vezes não recebem redes durante a sua primeira consulta pré-Natal por inexistência em alguns postos de saúde.
Assim sendo, se a mulher grávida falha na recepção da rede mosquiteira no primeiro dia de consulta pré-Natal, implica de que ela automaticamente perdeu a oportunidade de ter a rede.
Entretanto, a estratégia do ministério da saúde de Moçambique (MISAU) para distribuir redes mosquiteiras á mulheres grávidas combina duas vias principais que são a rotina nos serviços de saúde e campanhas massivas onde o foco é proteger grávidas e crianças menores de 5 anos que são os grupos mais vulneráveis à malária.
No depoimento de algumas mulheres a nossa reportagem deu para perceber o choro demostrado sobre a injustiça que alegam estar a sofrer a quanto da decisão do MISAU.
Estamos a passar riscos enormes de contrairmos a malária por que não temos tido o nosso direito de receber uma rede mosquiteira como sendo mulher grávida. Na primeira consulta dizem que não há redes sempre e quando as redes aparecem já não temos mais direito de receber” – vincou a declarante que reside no bairro de Chuíba cidade de Pemba.
Está medida tem sido criticada por várias vezes por alguns profissionais de saúde e mulheres que acham que deveria prevaler o direito de igualdade onde toda mulher grávida teria que receber a rede mosquiteira.
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