Um plano está em marcha tendo em vista a queda de Abdul Naguibo, PCA da RM. Ao que soubemos este plano estaria a ser orquestrado pelo Administrador Técnico, Bolacha e pela famosa administradora de contabilidade e Finanças, Alice Gove, envolvida em muitos esquemas de fraude financeira na RM e ainda pelo auto intitulado e intocável Assessor para a área de quadros da RM, Rogério Guambe.
Este trio quer a todo custo deixar cair Abdul Naguibo, um PCA que pouco conhece ou domina os dossiês da RM. Segundo as nossas fontes o PCA da RM tem sido coagido a assinar e aceitar alguns documentos que colocam em causa a vida dos trabalhadores e ainda da própria instituição. Os desenvolvimentos apontam para o desvio de aplicação do valor que devia ter sido gasto para as festividades da RM para outros fins que o nosso matutino promete trazer. Um dos assuntos recentes que comprovam ainda a sabotagem de Abdul Naguibo tem que ver com a situação do 13 salário e o cabaz das festividades.
Sobre este assunto houve um acordo entre os trabalhadores e o Conselho de Administração para não realização da festa dos 50 anos, para que, posteriormente,se levasse o valor para acrescentar no cabaz que desde que o actual conselho de administração entrou em funções não sai dos 3 mil meticais. Uma carta em nosso poder indica que o Conselho de Administração vaticina dar aos trabalhadores um valor de 5 mil meticais correspondente ao cabaz e ainda pagar o 13 salário apenas em 35% dos abonos o que neste momento está a gerar agitação nos sindicatos locais da RM do Rovuma ao Maputo.
Só para citar depois do encontro de hoje ( quarta-feira, 26 de Novembro de 2025) os Sindicatos também tiveram o seu encontro para entender ao que consideram de sabotagem e falta de respeito do Conselho de Administração liderado neste momento pelo Administrador Técnico de nome Bolacha que tanto almeja ocupar o cargo de PCA da RM. No encontro os sindicatos do Rovuma ao Maputo afirmaram que estão cansados de ser burlados pelo Conselho de Administração e que depois da burla das recentes promoções não vão aceitar mais nada.
Ao que apuramos os sindicatos do Rovuma ao Maputo chegaram a um acordo de propor o valor de cabaz para 8mil meticais e o décimo terceiro deve espelhar o salário base do trabalhador e ainda avançam com a percentagem do reajuste salarial para este ano
numa proposta de 10%. Estas negociações tem vindo a ser chefiadas pelo Administrador Técnico e a Administradora de Finanças que muito querem puxar os pés do actual PCA, Abdul Naguibo que aliás se encontra muito distante dos assuntos da RM.
Indicação do Director Comercial para cobrir Cimeira de Luanda
Outro assunto que despertou polêmica, semana passada, no Conselho de Administração da RM foi a indicação e envio do Director Comercial da RM, Alberto Simango a Luanda. Sobre este assunto soubemos que houve um desentendimento entre o PCA e a administradora Financeira pois o senhor Alberto Simango teria pedido ao seu amigo PCA para ir Luanda cobrir a cimeira União Europeia/ União Africana tudo isto para conseguir uns trocados de ajudas de custo da Presidência da República. Não concordando a Administradora Financeira teria dito que não pagaria as ajudas de custo a nível da RM por ser muito dispendioso tratando-se da deslocação de um Director, ao envez de um jornalista que não assume nenhum cargo de chefia, aliás, ao que sabemos a RM tem os jornalistas mais qualificados de sempre.
Actos Administrativos na RM
Outro assunto que tivemos acesso tem haver com o encerramento do processo das promoções e enquadramentos que segundo os sindicatos não foram positivos pois houve muitas reclamações justas por parte dos trabalhadores que não foram atendidas. Sobre este assunto soubemos que os representantes dos trabalhadores indicados pelos Sindicatos da RM neste processo, nomeadamente, Nelson Watche e Momad Jani pretendem produzir um relatório final que será, posteriormente, enviado ao Gabinete da Primeira-ministra, através do GABINFO, dando conta de viciação no processo. Sabe-se de uma fonte ligada aos recursos humanos da RM que sobre este processo houve muito martelanço por parte do Júri que por orientação do grupo de elite do Conselho de Administração composto pelo Administrador Técnico, Administradora de Finanças e o Assessor de quadros, não agiu dentro da lei.
Muita coisa ainda esperar rolar na RM, quando estamos a entrar para o final do ano.
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