A auditoria interna à gestão das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), ao mandato da Comissão de Gestão (CG), supervisionada por um Conselho de Administração (CA) composto pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE), Janfar Abdulai, pelo PCA da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Tomás Matola, e pelo PCA dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Agostinho Langa, expôs um conjunto de irregularidades relacionadas com a gestão da companhia.
Entre as principais conclusões constam irregularidades na aquisição de aeronaves obsoletas, falta de transparência nos contratos de aluguer de aviões em regime Aircraft, Crew, Maintenance and Insurance (ACMI), fragilidades na governação corporativa e deficiências nos mecanismos de controlo interno. Perante a gravidade das constatações, esperava-se uma actuação célere das instituições competentes para apurar responsabilidades.

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