Por Edwin Hounnou
A administração da coisa pública pelo Conselho Municipal da Beira vai deixando o povo cada vez mais satisfeito e os invejosos ficam cada vez mais invejosos.
Só uma minoria fica a arder debaixo da brasa de inveja, por tudo indicar que o Município do Chiveve continuará a fugir-lhes do horizonte politico. Albano Carige (AC), edil da Beira, comprou uma central de betão asfalto, um equipamento completo para produzir asfalto.
Doravante, o alcatrão necessário para pôr as ruas da cidade é produzido aqui pelos trabalhadores do Município da Beira. Isso representa um grande passo em frente na eficácia da gestão e no arruamento das suas estradas que, algumas, bem precisam de serem reconstruídas, pois estão bem degradadas.
O Conselho Municipal desembolsou cerca de 220 milhões de meticais para adquirir um conjunto de equipamento composto de uma central de betão, espaldeira, dois decantadores de betume, retroescavadora, cilindro, criadora de frio de asfalto, gerador eléctrico de 400Kva, dois camiões basculantes de 18 metros cúbicos, um camião cisterna, um camião vassoura e um cilindro pneumático.
Para além disso, o Conselho Municipal ainda pagou pelo fornecimento e montagem de posto de transformação, elaboração do plano de gestão ambiental, construção de rampa, construção do muro de vedação, instalação do laboratório de análises, montagem de câmeras de vigilância, de material de construção de laboratório, etc.
É uma usina completa prestes a iniciar a produção de 80 metros cúbicos por hora. Qualquer empresa de construção de estradas almejaria possuir um equipamento desse nível para fazer o negócio de construção de estradas. As grandes empresas de construção de estradas que o país já teve, tinham um equipamento igual.
Hoje as nossas estradas são feitas de forma quase artesanal, por isso, passados poucos meses, os buracos voltam à superfície, tudo voltando à estaca zero. feitas Tem disponíveis 300 toneladas de asfalto como matéria-prima.
Em nome da transparência, AC chamou empresários para verem o que é feito dos seus impostos. Os empresários gostaram da iniciativa e bateram palmas. No dia seguinte, chamou os munícipes que viram e dançaram de alegria. Falando para a imprensa e a população, AC explicou que “comprámos este equipamento com o vosso dinheiro que coletamos nos mercados, naquela mamã que vende banana, tangerina, etc.,”.
Acrescentou ainda AC dizendo que o povo deve saber o que fazemos com o seu dinheiro. O povo bateu palmas e cantou perdidamente que que votou no homem certo para manter a cidade orgulhosa.
AC respondeu que “pedimos ao governo para nos conceder isenção fiscal na importação do alcatrão. Se assim acontecer, vamos mudar a situação das nossas estradas e pouparemos dinheiro”. Disse que deseja marcar diferença na governação. Nunca houve greve por falta de salários, frequente em vários municípios.
Perguntamos ao presidente a AC onde residia o segredo em pagar pontualmente os salários aos cerca de funcionários do município e pagamento, mês a mês, bolsas de estudo a vários estudantes, com ou sem transferências das finanças centrais, respondeu que governar é estar presente das pessoas e onde as coisas acontecem.
Vários estudantes do nível universitário frequentam diversos cursos pagos pela edilidade, o Conselho Municipal está a financiar a formação de médicos para cada bairro. São 26 estudantes de medicina em formação. O Conselho Municipal da Beira é o único, ao nível do país, com um programa tão ambicioso quanto este.
Os beirenses têm motivo para se orgulharem da maneira como a sua cidade é gerida. Os que aparecem a dizer que AC se deve demitir porque a Beira anda esquecida. Não se envergonham por estarem a falam isso perante os munícipes que vêem a sua cidade a progredir. Só o povo nas urnas expressa a sua vontade de mandar embora certos políticos, como acontece de eleição em eleição.
AC mostra, junto aos munícipes e ao povo que trabalha para o bem comum. Governar bem é fazer o que o povo quer. AC mata a cobra e mostra o pau. (Moz24h)

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