Por Quinton Nicuete
O tráfego está completamente interrompido no ponto final da estrada parcialmente asfaltada de 300 metros na via Escritório–Chuiba, próximo ao armazém do Programa Mundial de Alimentação (PMA).
Moradores e condutores relatam que nenhum veículo consegue atravessar a área devido à intensa acumulação de água e à degradação da via. Automobilistas, mototaxistas e motociclistas são obrigados a desviar pelo mercadinho para retomar a estrada em direção a Cueba, mas mesmo assim a circulação permanece perigosa e complicada.

Apesar da pavimentação parcial realizada pelo Conselho Municipal, os problemas persistem desde a conclusão da obra. Logo após o término do asfalto, surgem covas, irregularidades e pontos críticos, recriando antigos obstáculos que dificultam a mobilidade.
Com as chuvas intensas que se fazem sentir desde a madrugada, os trechos estreitos, onde veículos precisavam aguardar para se cruzar, ficaram totalmente intransitáveis, aumentando o risco de acidentes e atrasos.
Os veículos são obrigados a fazer um desvio, contornando uma esquina e entrando pela zona do mercadinho para retomar a estrada que segue em direção a Chuiba. Mesmo assim, a via apresenta grandes acúmulos de água e covas, tornando a circulação difícil tanto para automobilistas quanto para mototaxistas e motociclistas.
Há anos, os moradores dos bairros Chuiba, Alto Gingone e Mahate denunciam as más condições da via, considerada uma das principais rotas de acesso da cidade. Hoje, a estrada Escritório–Chuiba tornou-se o “calcanhar de Aquiles” de Pemba, exigindo intervenção imediata para garantir segurança, mobilidade e dignidade aos cidadãos. (Moz24h)