Em Junho de 2026, as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciaram, através de um comunicado, que dispensaram 130 trabalhadores em 2025, no âmbito do processo de reestruturação e redimensionamento da mão-de-obra, enquadrado no plano geral de reestruturação da companhia aprovado pelo Governo. A justificação apresentada foi a necessidade de racionalizar a estrutura organizacional e reduzir os custos operacionais.
Entretanto, informações recolhidas pelo Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD) indicam que, enquanto decorre o processo de reestruturação, a companhia recorreu à contratação de profissionais externos para ocupar posições em áreas estratégicas, incluindo as direcções Financeira e de Compliance, bem como os departamentos de Contabilidade, Tesouraria e Aprovisionamento.
Entre os nomes identificados nas informações disponibilizadas ao CDD estão Huruda Malungane, indicada como directora Financeira; Sulymane Nazario, director de Compliance; Edson Uamusse e Malaquias Mandane, associados à chefia do Departamento de Tesouraria; Arlindo João, indicado para a área de Aprovisionamento; e Valério Matsinhe, chefe do Departamento de Contabilidade.

