Duas empresas portuguesas facturaram à In Pressionante Kianda, contratada pela AGT para organizar feiras infantis, três máquinas de algodão-doce por mais de oito mil euros. O gerente angolano garante que recebeu apenas uma.
Na primeira parte desta investigação, o Maka Angola mostra como Carla Castelo Trindade, professora da Universidade Católica Portuguesa que teve por aluno José Leiria, então PCA da AGT, levou as empresas do marido ao fisco angolano e preparou negócios antes de a sociedade sequer existir.
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MAKA ANGOLA
https://www.makaangola.org/2026/10/o-algodao-doce-da-agt-parte-1/

