Por Estacio Valoi
Um morto e dois feridos o rescaldo de mais uma incursão realizada por uma das forças que protege a MRM /Gemfields, a Unidade de Intervenção Rápida (UIR) contra garimpeiros na maior concessão de rubis de Namahumbir MRM no dia 23 de Agosto do corrente ano.
Segundo fontes no local o incidente teve lugar dentro da concessão da Mineradora na zona de ‘Maningue nice “ onde os garimpeiros encontravam-se a realizara as suas actividades em colaboração com alguns elementos da segurança naqueles local , deste os famigerados ‘ nacaradas, fiscais e policiais.”
“Depois de colaborarem , aqueles trabalharam. Outra vez, os bosses brancos descobriram que lá se está a trabalhar. Tinham que levar outra equipa. Esses policiais foram lá e, quando chegaram, houve disparos, conseguiram atingir mortalmente um e deixar dois com ferimentos graves. A bala entrou no corpo. Um ainda está na médica e no outro, a bala ainda está no ombro, atrás.”
De acordo com os vulgo garimpeiros , descontentes com a forma como a forca de segurança do estado que protege a mineradora actua e questionam se o dever das autoridades ‘em Moçambique disparar bala para matar alguém inocentemente.. Então, os garimpeiros estão a perguntar: o confronto entre garimpeiros e os policiais que trabalham naquela mina, o assunto tem que ser esse? Podem assinar? Porque os garimpeiros dizem que querem resolver da maneira deles.”
“ Dois são de Nanhupu, aldeia do Posto Administrativo de Namanhumbir e outro é de Nsewe.
São 3 vítimas: um morto e os outros com ferimentos graves. Onde eles se encontram por enquanto ninguém sabe dizer ,se estão no hospital ou se estão a receber tratamento clandestino. Isso quer dizer que é uma forma de camuflagem.
“ (garimpeiros ) estão a dizer que, se alguém receber um tiro naquela mina e recorrer ao hospital ou numa das unidades sanitárias, a empresa deixou conexão (alerta no hospital ) que bastará alguém que foi baleado nas minas (dar entrada no hospital para a empresa ser avisada) , nos liga para podermos lhe buscar e lhe tratar. Segundo (vitimas) dizem que, quando baleados, levados para o hospital, la são detidos, algemadas debaixo de uma das camas. Depois de uma/duas semanas, é levado para as celas.” Disse outra fonte
“Então, até agora, a situação em Namanumbir: há drenagem de sangue e sempre, como é do conhecimento dos policiais que trabalham na empresa MRM, ainda não se sentem satisfeitos em acabar uma semana sem tirar a vida de um ser humano igual. Eles, apesar de estarem a defender o pão deles, são ordenados com indianos, mas estão de pior.
Então, por mim, uma parte: o meu colega saiu para a área no terreno, onde eu lhe mandei, para poder tirar algumas informações, mas ainda não chegou a conversar com a família. A família saiu e foi realizar o enterro de um dos jovens que perdeu a vida na zona da Tawa, do falecido.” Enfatizou a fonte
O mais recente conflito entre as forcas de segurança desde da estadual a privada que protegem a MRM teve como palco a zona de Mocoloto dentro da concessão do dia 26 do corrente mes, isto dois dias atras onde um elemento da policia foi perseguido pelos garimpeiros acabando por deixar a sua arma “ pos se a correr, fugir.” (Moz24h)

