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ANAMOLA denuncia morte de coordenador após alegada agressão da UIR em Inhambane

O partido ANAMOLA denunciou a morte de António Siquela, coordenador da ALO no povoado de Massava, distrito de Zavala, província de Inhambane, alegando que o responsável foi interceptado e agredido por agentes da Unidade de Intervenção Rápida (UIR). A formação política exige uma investigação independente e transparente para esclarecer as circunstâncias da morte e apurar eventuais responsabilidades.

A denúncia foi divulgada pelo partido através de uma nota de pesar e repúdio publicada na sua página do Facebook, na qual manifesta consternação pelo falecimento de Siquela e pede a intervenção urgente das autoridades competentes.

Segundo o ANAMOLA, a morte do coordenador foi confirmada esta quarta-feira, 21 de Outubro. O partido, contudo, não apresentou, na nota divulgada, detalhes sobre as circunstâncias em que terá ocorrido a alegada agressão, nem indicou o local e a hora dos factos.

Perante o caso, a formação política defende que os acontecimentos sejam investigados de forma independente e transparente, exigindo que os responsáveis, caso sejam identificados, sejam responsabilizados nos termos da lei.

O partido considera que nenhuma divergência política pode justificar actos de violência e apela ao esclarecimento dos factos, sublinhando a necessidade de proteger a vida humana e garantir o acesso à justiça.

Na mesma comunicação, o ANAMOLA apresentou condolências à família de António Siquela, aos amigos, aos companheiros de actividade política e à comunidade de Massava.

Até ao momento, não foram apresentadas, no material divulgado pelo partido, informações que permitam confirmar de forma independente as circunstâncias da morte ou a alegada participação de agentes da UIR. Também não consta da nota uma reacção da Polícia da República de Moçambique (PRM) ou das autoridades locais sobre a denúncia.

O caso aguarda, assim, esclarecimentos adicionais das autoridades, incluindo sobre as circunstâncias em que António Siquela terá sido interceptado e sobre as alegações de agressão atribuídas aos agentes policiais. (Moz24h)

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